A iniciativa arranca no mesmo dia em que o Teatrubi completa 17 anos de existência.
O ciclo de teatro vai apresentar 14 peças e será organizado em parceria com a companhia covilhanense ASTA, de que fazem parte antigos membros do teatro universitário.
As três companhias latino americanas participantes são o Teatro Universitário Puntarenense e o Teatro UBU, ambas da Universidade da Costa Rica, e o Grupo de Teatro da Universidade Autónoma de Ciudad Toluca, do México.
O 10º Ciclo de Teatro Universitário da Beira Interior leva ainda ao palco os grupos espanhóis das universidades de Plasência, Granada, Ourense e da Universidade da Corunha, além da companhia profissional de Madrid "Medea 73".
Além do grupo anfitrião, a representação portuguesa conta com grupos da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, Cénico de Direito da Faculdade de Direito de Lisboa, Grupo da Universidade Lusíada do Porto, TEMA - Teatro Experimental de Medicina da Faculdade de Lisboa.
Participa também o grupo Cães à Solta, de Alcains (Castelo Branco).
O ciclo de teatro está orçado em 32 mil euros e conta com apoios da Fundação Calouste Gulbenkian, Instituto Português da Juventude, Scutvias, Câmara da Covilhã e Universidade da Beira Interior.
O programa detalhado está disponível em teatrubi.blogspot.com.
O preço do bilhete diário para sócios é de 1,5 euros e para não sócios de 2,5 euros.
O bilhete geral será vendido a 15 euros para sócios e 30 para não sócios.
Além dos espectáculos teatrais, a Escola Profissional de Artes da Beira Interior vai apresentar dois concertos de música clássica, na abertura do ciclo, dia 14, e no encerramento, dia 27.
O ciclo de teatro vai ter um programa diário na Rádio da Covilhã.








A 2: estreia dia 30 a série ‘Roma’, primeira co-produção entre a norte-americana HBO e a britânica BBC, e que já é considerada a revelação de 2005. Trata-se de um drama épico que retrata a morte da república e o nascimento do Império Romano com uma visão moderna e quase gongórica, onde os elementos mais crus da História são recuperados com imagens excessivas e ousadas. A escravatura, a solidão, a lascívia e a traição são apenas temas secundários que ilustram uma grande produção, considerada “um festim para os olhos” pelos críticos da revista norte-americana ‘TV Guide’.Só para ter uma ideia, o guarda-roupa, idealizado pelo designer April Ferry, obrigou à criação de quatro mil peças, das quais 2500 foram usadas nos dois primeiros episódios. Nenhum pormenor foi deixado ao acaso, e a produção mandou fazer na Bulgária 1250 pares de sapatos e sandálias, assim como moedas romanas, com o cunho de Júlio César. No dia mais longo de filmagens, ‘Roma’ contou com 750 figurantes e 40 cavalos em cena. A série, em doze episódios, recebeu duas nomeações para os Globos de Ouro – uma na categoria de melhor série dramática de televisão e outra na de melhor actriz em série dramática, para Polly Walker.No entanto, apesar dos cuidados estéticos, a violência com que a história é contada chocou alguns espectadores. A estreia, no Reino Unido, foi seguida de seis mil chamadas para a BBC, com vários espectadores a reclamarem contra o que consideram ser “excessos gratuitos.” Isto porque uma das primeiras imagens de ‘Roma’ mostra um escravo a abanar um casal, enquanto este pratica sexo. Nos dez primeiros minutos a série exibe cenas de nu frontal, sexo explícito, violações e uma crucificação, o que terá indignado sobremaneira a comunidade católica. Em resposta às críticas, a produtora HBO refere que a série foi acompanhada de perto por historiadores, que reiteram todas estas cenas, reafirmando a fidelidade ao estilo de vida chocante do Império Romano.