sexta-feira, 10 de março de 2006

X Ciclo de teatro universitário da Beira Interior

O grupo de teatro da Universidade da Beira Interior, vai organizar de 14 a 27 de Março a décima edição do seu ciclo de teatro, com a presença de três companhias da América Latina, anunciou hoje a organização.
A iniciativa arranca no mesmo dia em que o Teatrubi completa 17 anos de existência.
O ciclo de teatro vai apresentar 14 peças e será organizado em parceria com a companhia covilhanense ASTA, de que fazem parte antigos membros do teatro universitário.
As três companhias latino americanas participantes são o Teatro Universitário Puntarenense e o Teatro UBU, ambas da Universidade da Costa Rica, e o Grupo de Teatro da Universidade Autónoma de Ciudad Toluca, do México.
O 10º Ciclo de Teatro Universitário da Beira Interior leva ainda ao palco os grupos espanhóis das universidades de Plasência, Granada, Ourense e da Universidade da Corunha, além da companhia profissional de Madrid "Medea 73".
Além do grupo anfitrião, a representação portuguesa conta com grupos da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, Cénico de Direito da Faculdade de Direito de Lisboa, Grupo da Universidade Lusíada do Porto, TEMA - Teatro Experimental de Medicina da Faculdade de Lisboa.
Participa também o grupo Cães à Solta, de Alcains (Castelo Branco).
O ciclo de teatro está orçado em 32 mil euros e conta com apoios da Fundação Calouste Gulbenkian, Instituto Português da Juventude, Scutvias, Câmara da Covilhã e Universidade da Beira Interior.
O programa detalhado está disponível em teatrubi.blogspot.com.
O preço do bilhete diário para sócios é de 1,5 euros e para não sócios de 2,5 euros.
O bilhete geral será vendido a 15 euros para sócios e 30 para não sócios.
Além dos espectáculos teatrais, a Escola Profissional de Artes da Beira Interior vai apresentar dois concertos de música clássica, na abertura do ciclo, dia 14, e no encerramento, dia 27.
O ciclo de teatro vai ter um programa diário na Rádio da Covilhã.

quinta-feira, 9 de março de 2006

Emmanuel Lévinas - Colóquio

Os nossos professores, Paulo Serra e André Barata, participam no -Colóquio Internacional Comemorativo do Centenário de Emmanuel Lévinas, a realizar em Lisboa nos dias 30 e 31 de Março na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Emmanuel Lévinas foi importante para o desenvolvimento da fenomenologia e foi um grande investigador na area da intersubjectividade e empatia.

Mais inf. sobre Emmanuel Levinas e o Colóquio em: www.coloquiolevinas.no.sapo.pt

O Sexto Empirico presente nos Dias da UBI

O Sexto Empírico vai intervir de uma maneira prática num tentar despertar para a Filosofia. Desde jogos lúdicos a uma explicação lógica e natural do que deve ser e o que é a Filosofia.O decorrer destas actividades vai ter inicio nos dias 14, 15 e 16 de Março. O “Passeio dos Filósofos” vai acolher todos os grupos de jovens interessados no universo Ubiano em particular e na filosofia em universal.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006

Ainda vai dar que falar.

Considerado um dos maiores pensadores portugueses, Agostinho da Silva conquistou uma extraordinária popularidade quando, no início dos anos 90, começou a participar no programa Conversas Vadias, da RTP 2. A partir daí, milhões de portugueses passaram a acompanhar regularmente os seus pensamentos e debates no pequeno écran.

“Não defendo este partido, nem o outro; se ambos diferem à superfície e podem arrastar opiniões, aprofundemos nós um pouco mais e olhemos o substrato sobre que repousa a variedade […] Que vejo de comum? O rebanho dos homens, ignorantes e lentos no pensar, que se deixam arrastar pelas palavras e com elas se embriagam” – “Diário de Alcestes”, 1945

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006

TO THE QUESTION ABOUT QUANTITATIVE - QUALITATIVE TRANSITIONS

Critics of the Dialectic laws as the basic reason against them, usually speak about any mystery of quantitative - qualitative transitions, state doubts concerning how permanent quantitative growth of size of one quality suddenly results in occurrence of other quality. Thus, very often, in quality of a "terrible" example for the given dialectic law the theory of Darwin is given.(...)

(..)The second necessary condition of exact definition of the moment of quantitative - qualitative transition is, whenever possible, the most precise delimitation of each of qualities. For this purpose application of the minimal, elementary units of measurements of a measure of these qualities is necessary. For example, for measurement of a degree of fullness of a vessel by water by the minimal, elementary unit there will be one molecule of water. For a presence(finding) of transition from gaseous limiting hydrocarbons to liquid - such minimal unit will be one carbon part. In sports competitions of racers, transition from measurement of time with the accuracy equal of 0,01 second, to the accuracy equal of 0,001 second, allows to reveal the winner in those cases which did not come to light earlier, that compelled to recognize as winners of two leaders.(...)

http://www.sciteclibrary.ru/eng/catalog/pages/6660.html

domingo, 12 de fevereiro de 2006

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006

O amor visto por um amante - Papa Bento XVI

O Papa Bento XVI, na sua primeira Encíclica, decide escrever sobre o amor, uma vez que actualmente tem-se usado Deus como um subterfúgio para tornar guerras legítimas. Ora, uma guerra está diametralmente oposta ao amor. Os israelitas, na oração em torno da qual gira a sua vida quotidiana repetem: «Escuta, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Amarás ao Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças». Jesus veio completar este mandamento com o do amor ao próximo: «Amarás o teu próximo como a ti mesmo». Bento XVI, inicia a Encíclica referindo que hodiernamente há uma confusão no significado da palavra amor, ao mesmo tempo, a palavra "amor" foi-se banalizando cada vez mais: "fala-se de amor da pátria, amor à profissão, amor entre amigos, amor ao trabalho, amor entre pais e filhos, entre irmãos e familiares, amor ao próximo e amor a Deus." No entanto, nestas utilizações da palavra amor ressalta a que se refere a amor entre o homem e a mulher, chegando mesmo este tipo de amor a "ofuscar" os outros, como refere Bento XVI. Mas isto leva a que nos questionemos se há somente o amor, que depois se diferencia em várias formas, ou se estas várias formas de relações se referem a realidades diferentes. No grego distinguem-se sobretudo dois tipos de amor: o "eros" e o "agape". O "eros" está relacionado com o amor entre o homem e a mulher, é o amor do inebriamento, da "loucura divina", dos rituais de fecundidade nos templos, que não depende da vontade nem da razão, que de algum modo se impõe ao homem; o "agape" é o amor firmado na fé, oblativo... Uma questão se coloca: será que este último tipo de amor, próprio do cristianismo, é, no limite, praticável? Bento XVI, refere que as duas formas de amor estão interrelacionadas, o amor começa por ser "eros", isto é, caracterizar-se-ia pelo amor ascendente, ambicioso e possessivo, depois passa a ser amor "agape", colocando a tónica no outro, mais preocupado em dar: "Embora o eros seja inicialmente sobretudo ambicioso, ascendente — fascinação pela grande promessa de felicidade — depois, à medida que se aproxima do outro, far-se-á cada vez menos perguntas sobre si próprio, procurará sempre mais a felicidade do outro, preocupar-se-á cada vez mais dele, doar-se-á e desejará «existir para» o outro." Se o amor é somente "eros" acabará por decair, mas também não pode ser somente "agape", pois o homem além de dar também precisa de receber.
Na Bíblia, é no Cântico dos Cânticos, que através de metáforas eróticas, é demonstrada a relação entre Deus e os israelitas. Deus ama pessoalmente cada um: “O eros de Deus pelo homem (…) é ao mesmo tempo totalmente ágape”.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

terça-feira, 31 de janeiro de 2006

A 2: em Roma. Cuidado com os Lusitanos!

A 2: estreia dia 30 a série ‘Roma’, primeira co-produção entre a norte-americana HBO e a britânica BBC, e que já é considerada a revelação de 2005. Trata-se de um drama épico que retrata a morte da república e o nascimento do Império Romano com uma visão moderna e quase gongórica, onde os elementos mais crus da História são recuperados com imagens excessivas e ousadas. A escravatura, a solidão, a lascívia e a traição são apenas temas secundários que ilustram uma grande produção, considerada “um festim para os olhos” pelos críticos da revista norte-americana ‘TV Guide’.Só para ter uma ideia, o guarda-roupa, idealizado pelo designer April Ferry, obrigou à criação de quatro mil peças, das quais 2500 foram usadas nos dois primeiros episódios. Nenhum pormenor foi deixado ao acaso, e a produção mandou fazer na Bulgária 1250 pares de sapatos e sandálias, assim como moedas romanas, com o cunho de Júlio César. No dia mais longo de filmagens, ‘Roma’ contou com 750 figurantes e 40 cavalos em cena. A série, em doze episódios, recebeu duas nomeações para os Globos de Ouro – uma na categoria de melhor série dramática de televisão e outra na de melhor actriz em série dramática, para Polly Walker.No entanto, apesar dos cuidados estéticos, a violência com que a história é contada chocou alguns espectadores. A estreia, no Reino Unido, foi seguida de seis mil chamadas para a BBC, com vários espectadores a reclamarem contra o que consideram ser “excessos gratuitos.” Isto porque uma das primeiras imagens de ‘Roma’ mostra um escravo a abanar um casal, enquanto este pratica sexo. Nos dez primeiros minutos a série exibe cenas de nu frontal, sexo explícito, violações e uma crucificação, o que terá indignado sobremaneira a comunidade católica. Em resposta às críticas, a produtora HBO refere que a série foi acompanhada de perto por historiadores, que reiteram todas estas cenas, reafirmando a fidelidade ao estilo de vida chocante do Império Romano.