sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Eleições. Direcção e Assembleia
Ano lectivo 2006/2007
Brevemente

A Companhia de Teatro Cães à Solta. Nova Produção, Indo


"Indo é o primeiro trabalho da Companhia de 2007, surge da residência que os Cães à Solta realizaram de 15 de Agosto a 1 de Setembro de 2006, a partir da leitura, de Endgame, de Samuel Beckett
A peça será um laboratório para os Cães à Solta enquanto este for representado. É um ensaio entre a história e a anulação desta, entre actores e a sua tentativa de serem válidos enquanto pessoas

Vamos em busca de uma verdade, por mais insignificante que seja. O importante é não desistir, acreditar que tudo se realiza, ainda que temporariamente. Permitirmo-nos saborear um pouco de liberdade aparente.
Não acreditamos em retaliações do destino, mas acreditamos em terroristas. O mundo deixou de ser um lugar seguro à muito e as neuroses de alguns homens, fizeram de nós seres ainda mais inquietos.
Mas nós não temos nada em comum com eles, absolutamente nada. Há uma viagem para se fazer, calculada, à hora x tem de se estar no sítio y. Sem tempo para hesitações, porque se elas existirem não sobreviveremos à capacidade voraz e trucidante da consciência. "
O espectáculo estará em cena nos dias 19, 20, 26 e 27 de Janeiro pelas 22h, na Sala Cães à Solta.

Reservas : 965486214

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Biblioteca Central: A utopia do sólido silêncio

“São muitas, mas invariavelmente distorcidas, as visões que se costuma ter de uma biblioteca. Ora é lugar sagrado, onde se guardam objectos também sagrados, para desfrute de alguns eleitos. Ora, sob uma outra óptica é apenas uma instituição burocratizada, que serve para consulta e pesquisa, assim como para armazenar bolor e traças. Para muitos poucos, aqueles que a frequentam assiduamente, ela constitui o local de encontro com o prazer de ler, conhecer e informar-se.”
O que é afinal uma biblioteca?

Pedir silêncio na biblioteca será uma reivindicação dos quase 900 € que pago de propinas na UBI ou simplesmente uma exigência pelo local que frequento?

A nossa tão querida biblioteca central está inundada por um vírus que contagia todo o Ser que resolve nela entrar. Desde os funcionários até aos meros utilizadores de um computador todos eles estão contagiados por esse vírus.
Esse vírus, o banzé sonoro que de manhã à noite é quase sempre constante, sufoca qualquer Ser que pretenda realmente tirar partido daquelas belíssimas instalações (que de práticas pouco têm…)

Poder-se-iam propor uma data de medidas que ajudariam a solucionar este problema, a saber: que as empregadas da limpeza parem de falar da comida do dia anterior (ou sabe-se lá mais o quê…) ou que falem mais baixo; que as meninas se descalcem na entrada do edifício (já repararam no magnifica melodia que 3 pessoas fazem a descer as escadas para o piso -1?), que os cibernéticos (ou vicio-néticos) se comportem devidamente no local onde estão, relembrar que namorar é na rua (e não em cima de uma mesa de biblioteca), trabalhos em grupo é em salas que estão construídas para o efeito (…). E acima de tudo: POR FAVOR: SE QUEREM CONVERSAR RESPEITEM E VÃO ATÉ AO BAR!!!
Já que mudar tão belas instalações é pouco sensato (que tanto dinheiro custou a todos nós… nem me lembrem os baldes de agua nos corredores, prateleiras, e afins!) proponho que se tentem reformar as mentalidades dos utilizadores (e funcionários) de tal instituição para que, todos juntos, tenhamos um maior rendimento do espaço que utilizamos e de modo a todos ficarmos satisfeitos.


Mandem um grito para pedir silêncio…É grito menos grito e no meio de tantos gritos é o único grito com razão de existir!!!...E assim fazemo-nos ouvir!


Cumprimentos desde utilizador da Biblioteca Central,
Márcio Meruje

P.S.- A “gota de agua” para este curto texto foi o facto de passar uma tarde na biblioteca, que por sinal está a ser pintada, e onde os trabalhadores com muita devoção pintavam as paredes com bonitas melodias de “assobio” e os olhares ficavam estatelados na primeira “gaja boa” que passava! … Fantástico não é?
Uma nota ao arquitecto da B.C.: Lembre-se dos pormenores das escadas nos futuros. Está visto que o edifício é muito «art-deco» mas é convidativo ao barulho. A começar pelas escadas…

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Novo Logotipo - Debate / Projecto final

Proposta nº 1
Proposta nº 2

Created by:
VASCO SARAIVA - CONTACTOS: 914169798, EMAIL: tchuly@hotmail.com

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Concurso de escrita criativa

A ideia é simples. São dados 2 temas, os melhores textos são publicados no blog. Os trabalhos têm que ser entregues via e-mail sexto-empirico@hotmail.com até ao dia 2 de Janeiro.
O Sexto Empírico deseja um bom Natal a todos os amantes da Arte das Artes. Viva a Filosofia UBIANA
1º - "Ultimo relatório da Unesco afirma que Universidade da Beira Interior anda com afrontamentos".
2º - "Reitor da UBI anda triste por não estar na lista dos 100 melhor portugueses de sempre".

Instituto de filosofia prática muda de sítio (E. C. III)

“Biipppp, Biipppp, Biipppp” afirmou o presidente do IFP. O novo espaço vai ser no Centro Comercial Sporting junto ao centro da Cidade. Dois metros maior que as antigas instalações, o IFP vai inovar e revolucionar todo um processo de intercambio com a cultura erudita oriental, isto porque, o centro comercial Sporting é conhecido pelas fantásticas lojas de indianos e chineses, e uma pastelaria que vende bolos de mel e cariocas de café a um preço baratíssimo. A verdadeira inovação ocorre porque “ vamos discutir junto dos nossos homólogos indianos a filosofia de Osho e com o chineses vamos aprender a verdadeira arte de guerra. Se eles conseguem, nós também vamos conseguir”, afirmava o presidente depois de cravar um budda em mármore a um marroquino.

Curso de filosofia da UBI muda de nome. (E. C. II)

A ideia desta mudança não é fenomenologica, mas sim, um vector de realismo intelectual. A filosofia praticada actualmente, eleva simplesmente a leitura acompanhada, por isso o departamento de filosofia achou justo mudar o nome para – Analise Filosófica. Já no próximo ano lectivo de 2007/08, os alunos que estejam fartos de irem até à FNAC para ouvirem um dasein qualquer, podem faze-lo por 900 euros por ano, numa universidade perto de si.