
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
“A tua Europa o teu futuro” - Cimeira da Juventude de Roma: Conclusões da reunião preliminar
"A Educação, o Emprego e o ambiente são as maiores expectativas dos jovens europeus nos próximos 50 anos. Esta foi a conclusão principal da reunião preliminar organizada pela Comissão Europeia em parceria com o Fórum europeu da Juventude que se realizou entre 18 e 20 de Janeiro em Bruxelas. Jovens de todos os Estados membros reuniram-se em Bruxelas para discutir sobre o futuro do Tratado da EU, o modelo económico e social, o desenvolvimento sustentável, o papel da EU na globalização, a democracia e sociedade civil, a juventude e educação.Esta reunião é a base para os debates nacionais que se realizarão antes da Cimeira da Juventude que terá lugar nos dias 24 e 25 de Março em Roma, no âmbito das comemorações do 50º aniversário do Tratado de Roma, onde se irão analisar as mudanças dos últimos 50 anos, que definiram grande parte da vida dos jovens de hoje."
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007
Argumentos sobre o aborto - Por Pedro Madeira, King's College London
"Primeiro, temos o argumento de que continuarão a ser realizados abortos, quer o aborto seja descriminalizado ou não, pelo que mais vale descriminalizar e, deste modo, fornecer melhores condições às mulheres que desejem abortar. A resposta óbvia ao argumento é: roubar é crime, mas há roubos na mesma. Por isso, o melhor é descriminalizar o roubo e, deste modo, fornecer melhores condições aos pobres ladrões, para que não rasguem as calças no arame farpado nem incorram no risco de tropeçar e partir uma perna quando fogem da polícia. A resposta será, obviamente: "estás a ser tremendamente injusto — o aborto e o roubo são coisas completamente diferentes". Mas é claro que são; ninguém está a dizer o contrário. O ponto é simplesmente o de que, se achamos que o argumento de que "as pessoas fá-lo-iam na mesma" não é, por si só, justificação suficiente para descriminalizar o roubo, então também não poderá ser, por si só, justificação suficiente para descriminalizar o que quer que seja, aborto incluído. Aquilo que se passa é que, ao usar este argumento de que "as pessoas fá-lo-iam na mesma", os defensores da legalização do aborto estão implicitamente a partir do princípio de que o roubo é eticamente incorrecto, ao passo que o aborto, se não eticamente correcto, será, pelo menos, eticamente permissível. Assim que nos apercebemos disto, vê-se claramente que, ao usar o argumento de que "as pessoas fá-lo-iam na mesma" para tentar justificar a legalização do aborto, os defensores da legalização estão, pura e simplesmente, a fugir à questão."
(...)
Continuação in Criticanarede
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
A Companhia de Teatro Cães à Solta. Nova Produção, Indo

"Indo é o primeiro trabalho da Companhia de 2007, surge da residência que os Cães à Solta realizaram de 15 de Agosto a 1 de Setembro de 2006, a partir da leitura, de Endgame, de Samuel Beckett
A peça será um laboratório para os Cães à Solta enquanto este for representado. É um ensaio entre a história e a anulação desta, entre actores e a sua tentativa de serem válidos enquanto pessoas
Vamos em busca de uma verdade, por mais insignificante que seja. O importante é não desistir, acreditar que tudo se realiza, ainda que temporariamente. Permitirmo-nos saborear um pouco de liberdade aparente.
Não acreditamos em retaliações do destino, mas acreditamos em terroristas. O mundo deixou de ser um lugar seguro à muito e as neuroses de alguns homens, fizeram de nós seres ainda mais inquietos.
Mas nós não temos nada em comum com eles, absolutamente nada. Há uma viagem para se fazer, calculada, à hora x tem de se estar no sítio y. Sem tempo para hesitações, porque se elas existirem não sobreviveremos à capacidade voraz e trucidante da consciência. "
O espectáculo estará em cena nos dias 19, 20, 26 e 27 de Janeiro pelas 22h, na Sala Cães à Solta.
Reservas : 965486214
Reservas : 965486214
www.caesasolta.com / http://by118fd.bay118.hotmail.msn.com/cgi-bin/compose?mailto=1&msg=1CBD3264-E605-45EB-AD77-06317A296EB9&start=0&len=10568&src=&type=x&to=caesasolta@gmail.com&cc=&bcc=&subject=&body=&curmbox=00000000-0000-0000-0000-000000000001&a=554944bdb546d3d06e6c90c68eeee87cc2566dc66804ea0f7474c75e85e3250e
sexta-feira, 29 de dezembro de 2006
Biblioteca Central: A utopia do sólido silêncio
“São muitas, mas invariavelmente distorcidas, as visões que se costuma ter de uma biblioteca. Ora é lugar sagrado, onde se guardam objectos também sagrados, para desfrute de alguns eleitos. Ora, sob uma outra óptica é apenas uma instituição burocratizada, que serve para consulta e pesquisa, assim como para armazenar bolor e traças. Para muitos poucos, aqueles que a frequentam assiduamente, ela constitui o local de encontro com o prazer de ler, conhecer e informar-se.”O que é afinal uma biblioteca?
Pedir silêncio na biblioteca será uma reivindicação dos quase 900 € que pago de propinas na UBI ou simplesmente uma exigência pelo local que frequento?
A nossa tão querida biblioteca central está inundada por um vírus que contagia todo o Ser que resolve nela entrar. Desde os funcionários até aos meros utilizadores de um computador todos eles estão contagiados por esse vírus.
Esse vírus, o banzé sonoro que de manhã à noite é quase sempre constante, sufoca qualquer Ser que pretenda realmente tirar partido daquelas belíssimas instalações (que de práticas pouco têm…)
Poder-se-iam propor uma data de medidas que ajudariam a solucionar este problema, a saber: que as empregadas da limpeza parem de falar da comida do dia anterior (ou sabe-se lá mais o quê…) ou que falem mais baixo; que as meninas se descalcem na entrada do edifício (já repararam no magnifica melodia que 3 pessoas fazem a descer as escadas para o piso -1?), que os cibernéticos (ou vicio-néticos) se comportem devidamente no local onde estão, relembrar que namorar é na rua (e não em cima de uma mesa de biblioteca), trabalhos em grupo é em salas que estão construídas para o efeito (…). E acima de tudo: POR FAVOR: SE QUEREM CONVERSAR RESPEITEM E VÃO ATÉ AO BAR!!!
Já que mudar tão belas instalações é pouco sensato (que tanto dinheiro custou a todos nós… nem me lembrem os baldes de agua nos corredores, prateleiras, e afins!) proponho que se tentem reformar as mentalidades dos utilizadores (e funcionários) de tal instituição para que, todos juntos, tenhamos um maior rendimento do espaço que utilizamos e de modo a todos ficarmos satisfeitos.
Mandem um grito para pedir silêncio…É grito menos grito e no meio de tantos gritos é o único grito com razão de existir!!!...E assim fazemo-nos ouvir!
Cumprimentos desde utilizador da Biblioteca Central,
Márcio Meruje
P.S.- A “gota de agua” para este curto texto foi o facto de passar uma tarde na biblioteca, que por sinal está a ser pintada, e onde os trabalhadores com muita devoção pintavam as paredes com bonitas melodias de “assobio” e os olhares ficavam estatelados na primeira “gaja boa” que passava! … Fantástico não é?
Uma nota ao arquitecto da B.C.: Lembre-se dos pormenores das escadas nos futuros. Está visto que o edifício é muito «art-deco» mas é convidativo ao barulho. A começar pelas escadas…
Pedir silêncio na biblioteca será uma reivindicação dos quase 900 € que pago de propinas na UBI ou simplesmente uma exigência pelo local que frequento?
A nossa tão querida biblioteca central está inundada por um vírus que contagia todo o Ser que resolve nela entrar. Desde os funcionários até aos meros utilizadores de um computador todos eles estão contagiados por esse vírus.
Esse vírus, o banzé sonoro que de manhã à noite é quase sempre constante, sufoca qualquer Ser que pretenda realmente tirar partido daquelas belíssimas instalações (que de práticas pouco têm…)
Poder-se-iam propor uma data de medidas que ajudariam a solucionar este problema, a saber: que as empregadas da limpeza parem de falar da comida do dia anterior (ou sabe-se lá mais o quê…) ou que falem mais baixo; que as meninas se descalcem na entrada do edifício (já repararam no magnifica melodia que 3 pessoas fazem a descer as escadas para o piso -1?), que os cibernéticos (ou vicio-néticos) se comportem devidamente no local onde estão, relembrar que namorar é na rua (e não em cima de uma mesa de biblioteca), trabalhos em grupo é em salas que estão construídas para o efeito (…). E acima de tudo: POR FAVOR: SE QUEREM CONVERSAR RESPEITEM E VÃO ATÉ AO BAR!!!
Já que mudar tão belas instalações é pouco sensato (que tanto dinheiro custou a todos nós… nem me lembrem os baldes de agua nos corredores, prateleiras, e afins!) proponho que se tentem reformar as mentalidades dos utilizadores (e funcionários) de tal instituição para que, todos juntos, tenhamos um maior rendimento do espaço que utilizamos e de modo a todos ficarmos satisfeitos.
Mandem um grito para pedir silêncio…É grito menos grito e no meio de tantos gritos é o único grito com razão de existir!!!...E assim fazemo-nos ouvir!
Cumprimentos desde utilizador da Biblioteca Central,
Márcio Meruje
P.S.- A “gota de agua” para este curto texto foi o facto de passar uma tarde na biblioteca, que por sinal está a ser pintada, e onde os trabalhadores com muita devoção pintavam as paredes com bonitas melodias de “assobio” e os olhares ficavam estatelados na primeira “gaja boa” que passava! … Fantástico não é?
Uma nota ao arquitecto da B.C.: Lembre-se dos pormenores das escadas nos futuros. Está visto que o edifício é muito «art-deco» mas é convidativo ao barulho. A começar pelas escadas…
sexta-feira, 22 de dezembro de 2006
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