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sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Assembleia da República vai legislar sobre suspensão de tratamento em doentes terminais

"As linhas de orientação sobre suspensão e abstenção de tratamento em doentes terminais, apresentadas hoje no Porto numa conferência da Associação Portuguesa de Bioética, serão enviadas nos próximos dias à Comissão Parlamentar de Saúde, para que seja possível legislar sobre a matéria ainda na actual sessão da Assembleia da República."
Continuação P

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Conferência de Consenso sobre Suspensão de Tratamento em Doentes Terminais

11 de Janeiro_9h00_Aula Magna
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O Serviço de Bioética e Ética Médica da FMUP e a Associação Portuguesa de Bioética organizam, no próximo dia 11 de Janeiro, uma Conferência de Consenso sobre Suspensão de Tratamento em Doentes Terminais. No evento, serão apresentadas "Guidelines" sobre a suspensão e abstenção de tratamento neste tipo de doentes. A conferência tem início às 9 horas e vai reunir especialistas da FMUP, Hospitais Universitários de Coimbra, Hospital Amadora-Sintra, Sto. António e Liga Portuguesa Contra o Cancro.
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ENTRADA LIVRE
AULA MAGNA DA FACULDADE DE MEDICINA DO PORTO
(SERÁ EMITIDO CERTIFICADO DE PRESENÇA)

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Neuroética, neurofilosofia, bioética?

O Diário online SLATE publicou uma lista na secção: "human nature: Science, technology, and life." as melhores histórias de 2007. A ciência avança muito mais precocemente do que aquilo que possamos imaginar. Relativamente à "divulgação" filosófica que acompanha estas áreas e que limita certas condutas experimentais do -Homem (Ser?) , nota-se que algo está errado. Não se vê produto, substância. Que se passa? As Universidades têm um belíssimo papel na formação não só do espírito critico mas também do espírito renovado e fértil.
É necessário uma reforma no método de fazer, praticar a filosofia, não acham? Deixemos-nos do mundo das ideias, e vamos para o Pireu, é lá que se encontra o homem.

Eis o mote para 2008, bom ano!


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Argumentos sobre o aborto - Por Pedro Madeira, King's College London

"Primeiro, temos o argumento de que continuarão a ser realizados abortos, quer o aborto seja descriminalizado ou não, pelo que mais vale descriminalizar e, deste modo, fornecer melhores condições às mulheres que desejem abortar. A resposta óbvia ao argumento é: roubar é crime, mas há roubos na mesma. Por isso, o melhor é descriminalizar o roubo e, deste modo, fornecer melhores condições aos pobres ladrões, para que não rasguem as calças no arame farpado nem incorram no risco de tropeçar e partir uma perna quando fogem da polícia. A resposta será, obviamente: "estás a ser tremendamente injusto — o aborto e o roubo são coisas completamente diferentes". Mas é claro que são; ninguém está a dizer o contrário. O ponto é simplesmente o de que, se achamos que o argumento de que "as pessoas fá-lo-iam na mesma" não é, por si só, justificação suficiente para descriminalizar o roubo, então também não poderá ser, por si só, justificação suficiente para descriminalizar o que quer que seja, aborto incluído. Aquilo que se passa é que, ao usar este argumento de que "as pessoas fá-lo-iam na mesma", os defensores da legalização do aborto estão implicitamente a partir do princípio de que o roubo é eticamente incorrecto, ao passo que o aborto, se não eticamente correcto, será, pelo menos, eticamente permissível. Assim que nos apercebemos disto, vê-se claramente que, ao usar o argumento de que "as pessoas fá-lo-iam na mesma" para tentar justificar a legalização do aborto, os defensores da legalização estão, pura e simplesmente, a fugir à questão."
(...)

Continuação in Criticanarede

sexta-feira, 22 de setembro de 2006

quinta-feira, 4 de maio de 2006

II Jornadas de Bioética - O Fim da Vida


Decorre, nos dias 4 e 5 de Maio, na Faculdade de Filosofia (Braga) da Universidade Católica, um colóquio acerca do fim da vida. Este tema inclui assuntos como cuidados paliativos, eutanásia, prolongamento artificial da vida, morte, etc.

Programa em:
http://www.braga.ucp.pt/resources/documents/FACFIL/programabioeticamaio06.html

sábado, 6 de agosto de 2005

Analogias


Eutanasia! È sempre a mesma conversa. Uns contra outros a favor, enfim…sempre a mesma coisa!
Penso que é tempo para deixarmo-nos de patetices estúpidas e ignorantes para assim deixar a mentalidade humana seguir o seu rumo natural, não acham?
Quando é que começou toda esta discussão? Tentamos seguir as pisadas mais estranhas e menos ortodoxas para tentar alcançar uma fama ou até mesmo para sermos ouvidos num mundo que não está interessado em ouvir!
Morrer, viver, casar, divorcio, filhos, cão, sogro, sogra, um chumbo, dois chumbos, etc… querem o quê?
Acham também que um doente de trissomia 21 deve morrer porque eventualmente deve estar a sofrer? Analogia diferente? Nem por isso! Quem sou “eu” para julgar seja o que for?
Será a eutanásia assim tão complicado de resolver? Mais uma vez… nem por isso! Será antes que a nossa sociedade que se diz moderna, estar a passar por uma grave crise de valores e de auto-estima? Talvez… Soluções? Para quê soluções, quando nós somos a solução para tudo! A morte física é mais do que natural, o nascer também é mais do que natural (é agora que aparecem novos conceitos como bioética, conservadores, extremistas enfim) acham mesmo que tudo tem que ser rotulado? Queremos ser os mais belos entre os mais belos, os mais puros, mas, esquecendo que humanamente cada um é como é (imperfeitos). Discussão saudável esta? É irrelevante. Andamos confusos, bastante confusos e tentamos o quê para refugiar todas estas frustrações que nos assolam? Temas sem importância como: morrer mais cedo, não viver, sei lá J
Isto vai mudar … um dia … um dia
Guerras entre pensamentos e opiniões. Maravilhoso, lindo, fantástico, tudo isto faz também parte do Homem, ser ou não ser, eis a questão? Será? E se for: sou ou não sou … eis a questão!
É preciso reflexão espiritual e não pseudo - reflexões corpóreas e anti estéticas.