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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

web 3.0


Anteriormente colocámos aqui um artigo referente à especulação do fim da "web", ora, é o fim anunciado de uma noção de Internet que poucos se apercebem, mas que tem um resultado muito peculiar. Se não vejamos.

A Era 2.0 é a construção global e pessoal da utilização da web, ou seja, são as chamadas redes sociais, (youtube, hi5, face book, myspace etc...) a 2.0 produz um conceito de -actualização e trabalho, o conceito é simples: se estamos todos "ligados" então vamos partilhar ideias (conhecimento).


A 3.0 "pretende ser a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet."


Agora, o utilizador é convidado a intervir de forma mais atenta, e a organizar o conhecimento de dados em patamares desenvolvidos com a função de produzir conteúdo.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Is Web Surfing Dead?


Kevin Gamble posted some ruminations he happened upon at the Defrag conference this week based on the question of search versus discovery and surfing versus niche:
The conversation wandered into browsing, and the social mediated solutions such as StumbleUpon and Me.dium I commented that browsing was something that I just didn’t do anymore […] I was trying to make some sense of this, and mentioned that I thought browsing was analogous to channel surfing or radio station scanning. Channel surfing was a habit from when we had something less than 100 channels to choose from […] As soon as you get hundreds of channels through satellite, scanning is way too inefficient to be of any use. I wonder if the death of browsing isn’t the same thing?
I tend to agree with his premise. I’m not sure if I miss the old days of browsing out of nostalgia, or if I actually miss the useful things I’d happen upon from said browsing experiences. I could go down my list of bookmarks from when the internet was young (the Wayback machine still has it archived), and only a handful are left around the web as properly maintained sites. That those few sites are there means that a lot of the same types of content that existed in 1996 exist today, but because of the myopia induced by Google, a lot of our focus tends towards Wikipedia and blogs.
Don’t get me wrong. I eat and have a roof over my head because blogs and New Media exist - so I’m not suggesting Google go out and abandon their preferential treatment right away. Blogs, though, gave rise to niche content. Niche content gave rise to concepts of targeted advertising and pushing of relevant content. That, in turn, is giving rise to the attention economy.
Now we’re all consumed with the minute details and nuances of that which we’ve defined for ourselves as our interests. My browsing habits can best be described as concentric circles, these days, instead of meandering paths. It could be that I’m an expert on what I want to know, or it could be that I’m in a rut. It seems that I vaguely remember folks from the newspaper industry making (self-serving) claims that our individual intelligences would suffer if we learned only what we wanted, instead of the broad spectrum of information they gave us on a daily basis.
Yes, surfing is gone. I no longer need to surf. If I want a dose of random websites like I had back in 1997, I can simulate that with Boing Boing or the project.ioni.st.
I don’t think that we don’t surf now, with the glut of pages and choices. I think we can’t surf. In the blogging world, everyone is concerned with PageRank and who gets the TechMeme headline, that they’re too afraid to link to someone that could be viewed as a competitor. At the service website, a certain level of hubris is required so that all links must lead inward - you allow the user to see a link that points away from your site, and you could lose that user, and blow your ROI (and if you do send them away, make sure you target _blank!). All of our web experiences become informational cul-de-sacs.
Yet still, the chaos and churn of the modern web creates a useful and evergreen landscape for us to learn from and communicate with.
Browsing may be gone, but maybe we didn’t need it in the first place.

link

terça-feira, 25 de setembro de 2007

"Engenharia da Mente - Uma Metodologia de Representação do Conhecimento para a Construção de Ontologias em Sistemas Baseados em Conhecimento"


"Na era da informação digitalizada, pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento
enfrentam uma nova questão: a organização semântica dos dados. A matéria tornou-se
importante pelo fato das informações digitalmente disponíveis estarem dispostas, em sua
maioria, como dados não-estruturados. Todavia, sabe-se que a estruturação de dados é um
problema complexo que poderá ser resolvido através da construção de modelos formais e de
linguagens da Ciência da Computação, sobre as quais é preciso observar que essas áreas
específicas possuem uma cultura própria e um modo singular de se comunicar. Observando os
fatores envolvidos, nesta pesquisa, desenvolveu-se uma metodologia para a compreensão e
representação computacional dessa maneira de comunicação, o que permitiu, a cada
comunidade ou ambiente de trabalho, a viabilidade de expressar o seu domínio de
conhecimento. Denominou-se esta metodologia de Engenharia da Mente, cujo conceito
‘Ontológico’ tornou-se uma importante ‘chave’ para a estruturação de dados e para a
construção de Sistemas Baseados em Conhecimento.
A Engenharia da Mente é definida pela Engenharia do Conhecimento e Engenharia de
Ontologias como um processo de sincronização do conhecimento desenvolvido com a
finalidade de fixar modelos conceituais em relação ao objetivo e à aplicação do modelo de
gestão baseado na Inteligência Artificial (IA), e identificar e sistematizar habilidades
intelectuais da equipe de desenvolvimento do sistema, auxiliando-os na percepção do
problema com qualidade e criatividade."
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TÂNIA CRISTINA D’AGOSTINI BUENO
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quinta-feira, 26 de julho de 2007

domingo, 22 de julho de 2007

Quanto vale imaginar?

Imaginem uma escola onde exista um universo de disciplinas de livre acesso. Imaginem que são os próprios alunos a escolherem as disciplinas. Imaginem que são os alunos a recrutarem os próprios professores. Imaginem uma escola onde não se chumbe por falta de conhecimento teórico, mas onde se pode chumbar unicamente por plágio teórico. Imaginem um curso onde se atrai a livre individualidade do nosso pensamento. Imaginem poder fazer uma frequência sem usar papel ou caneta, e onde a transmição do saber era traduzida através de uma única fotografia tirada para esse efeito. Imaginem estudar anatomia e logo a seguir piano. Imaginem uma escola onde a proprina era paga com o trabalho que se faria na própria instituição, hoje servia no bar, e vendia os pães que os meus colegas teriam feito durante a noite, venderia o sumo de laranja e de pêssego que os meus colegas plantaram há 10 anos atrás. Imaginem um país que não necessitava de investimentos do estrangeiro, pois os seus habitantes se auto-sustentavam com a sinergia criativa que o conhecimento da universidade lhes proporcionou. Imaginem um país com menos de metade das escolas que possui. Imaginem...o que quiserem.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Concurso Criativo Sexto - Empírico 2007


Concurso Criativo Sexto - Empírico 2007
O Núcleo de Estudantes de Filosofia da Universidade da Beira Interior, produziu um spot publicitário experimental, com vista a promover o Curso de Filosofia e a própria instituição, Sexto – Empírico e UBI.
Assim convidamos todas as pessoas interessadas no “processo criativo, e novas tecnologias” a participarem com: - Argumento ou vídeo (qualquer formato), e enviarem para:

Sexto Empírico – Núcleo de estudantes de filosofia
DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO E ARTES
UBI - Universidade da Beira Interior - Rua Marquês d'Ávila e Bolama, 6201-001 Covilhã

Prazo: Até ao dia 31 de Julho de 2007
Todos os indivíduos podem participar
Limite de 3 minutos
Qualquer formato

sábado, 7 de janeiro de 2006

Profissões do Futuro.

"A revista americana Time publicou recentemente um caderno em que apresenta as suas previsões para as profissões do século XXI. Entre as previsões da Time estão:
- Engenheiro de Tecidos Celulares
- que actuarão no fabrico de órgãos humanos artificiais.
- Programador de Genes
- que trabalharão com o mapeamento e alterações no código genético dos seres vivos para evitar e combater doenças e desenvolver medicamentos.
- Farmoagricultor - juntando as habilidades agrícolas com as farmacêuticas, esse profissional vai produzir grãos geneticamente modificados com a ajuda da engenharia genética.
- Organizadores de dados
- profissional com a habilidade de organizar o turbilhão de informações que todos os dias é produzido por institutos de pesquisas, ONGs, governos, imprensa, universidades, e seleccionar as informações necessárias, sintetizá-las e contextualizá-las.
- Actores e escritores virtuais - para actuarem em filmes e fotonovelas veiculados apenas na Internet.
- Engenheiros do conhecimento
- profissionais capazes de criar inteligência artificial ou traduzir o expertise de especialistas e reproduzi-lo em softwares."
Fonte:http://www.mentessobredotadas.blogspot.com/