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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Consulados filosóficos, a ideia.

TODOS SOMOS, O SEXTO EMPÍRICO
Assim sendo, faz sentido haver uma maior e mais intensa partilha de responsabilidades e paixões.

O Sexto Empírico teve uma ideia. Dia 21 de Março de 2012, lançámos o manifesto. As sementes foram lançadas, e que belas flores desabrocharam. A terra é fértil e há ainda mais para se mostrar. O nosso próximo passo é proliferar a filosofia, nacional e e internacionalmente, tendo como veículo a língua portuguesa. Sabemos que, embora espalhados geograficamente, há mais interessados que querem o melhor para a filosofia. Com a internet, um fórum, se tem fronteiras, estas só podem ser fictícias.

Como tal, a ideia é a seguinte: CRIAR CONSULADOS.
Para quem? Para os interessados em expandir a filosofia, tendo em conta os diferentes ramos de conhecimento fomentados nas diversas escolas do país.
Ajudem-nos a consolidar esta ideia. O cônsul tem possibilidade/responsabilidade de ficar como administrador. Tanto deste grupo, bem como no blog. Com a tarefa da pertinência e da divulgação, da partilha do saber.

Porque é esta a nossa crença! A filosofia não pode continuar a ser domínio de x ou y, de dado núcleo, criado em x ou y universidade. Outros núcleos há, outros estudantes de filosofia há. Assim, a nossa ideia, é que outros estudantes de filosofia como nós, espalhados por tantas outras universidades do país: Porto, Lisboa, Coimbra, Évora, Minho, Açores... Possam também ser administradores - promotores - deste impulso, de modo a criar e a fortalecer uma verdadeira rede.

Um núcleo de filosofia não pode, nem deve, ter fronteiras.

Com as melhores saudações,
O Sexto Empírico.

Para mais informações contactar:
sexto-empirico[at]hotmail.com

quinta-feira, 19 de junho de 2008

CARTAS ITALIANAS

As Cartas Italianas são um olhar sobre o Portugal setecentista a partir do qual se podem vislumbrar muitos aspectos da sua vida civil e intelectual. O papel do rei, os autos-de-fé, a Questão Judaica, a organização dos tribunais, a melhoria do processo penal, a representação diplomática do país no estrangeiro e o peso da Igreja Católica nas políticas públicas são alguns dos temas mais importantes da época sobre os quais Verney se debruça. Mas, nas suas cartas, podem ler-se também linhas em que o autor dá conselhos sobre variadíssimos assuntos: entre outros, as comendas, as medalhas, o serviço postal, o dote para as meninas pobres se casarem, o número de filhos adequado para as famílias, a violência das praxes académicas, o porte de armas, a presença de médicos nas partes mais pobres do território, a necessidade de virem mestres estrangeiros educar os estudantes nacionais, a protecção aos viajantes e turistas e o estado das estradas.
Contemporâneas de um tempo em que impunemente se podia falar de "queima de pessoas na fogueira" e em que a justiça demonstrava que Kafka poderia ser considerado, sem ironia, um escritor realista, as Cartas Italianas de Verney podem surpreender os mais incautos pela sua enorme actualidade em muitos dos aspectos que abordam e provocar danos na auto-imagem de tolerância e indulgência com que os Portugueses se gostam de enfeitar.
Para compras na rede visite uma das seguintes livrarias
Bisturi – Livros Técnicos, Lda.
MediaBooks.pt
WebBoom.pt
SOBRE OS TRADUTORES E EDITORES:

ANA LÚCIA CURADO
Professora da Universidade do Minho, Doutorada em Estudos Clássicos pela Universidade de Coimbra. É editora do livro A Antiguidade e Nós. Herança e Identidade Cultural (2006). É tradutora de textos clássicos.

MANUEL CURADO
Professor da Universidade do Minho, Auditor de Defesa Nacional e doutorado cum laude pela Universidade de Salamanca. É autor dos livros Luz Misteriosa: A Consciência no Mundo Físico (2007), O Problema Duro da Consciência (2003) e O Mito da Tradução Automática (2000). Editor dos livros Porquê Deus Se Temos Ciência? (2008), Mente, Self e Consciência (2007) e Consciência e Cognição (2004). É o director da revista Jornal de Ciências Cognitivas.
SOBRE O AUTOR: LUÍS ANTÓNIO VERNEY
Luís António Verney nasceu em Lisboa em 1713, filho de pai francês e de mãe portuguesa, e faleceu em Roma em 1792. Estudou no Colégio de Santo Antão e na Congregação do Oratório, e formou-se na Universidade de Évora. Viveu sempre em Itália desde os seus vinte e três anos, doutorando-se em Teologia e Jurisprudência. Foi um dos mais notáveis representantes do Iluminismo em Portugal e um grande renovador do pensamento filosófico da época. Recebeu de D. João V a tarefa de 'iluminar a nação em tudo que pudesse'. A sua obra mais influente e célebre é o Verdadeiro Método de Estudar, de 1746. Aguardam ainda tradução para português as suas obras importantíssimas De re logica, De re physica e De re metaphysica, e muitas outras. Foi amigo de grandes autores das Luzes, como Genovese e Muratori, e conviveu com a aristocracia italiana e com figuras importantes da Santa Fé. Este grande reformador do ensino português tinha um pensamento político marcadamente realista, tendo chegado a denunciar as atrocidades da Inquisição. O epitáfio por ele próprio composto revela o seu grande amor por Portugal e pela elevação do nível cultural dos Portugueses: «Deus não quis que eu iluminasse a nossa nação e eu me conformo com a Sua vontade».

domingo, 2 de março de 2008

Será possível recategorizar «nós» e «eles»?

Duas estradas divergiam num bosque e eu segui a menos percorrida – e isso fez toda a diferença. In The road not taken de Robert Frost (1874-1963).
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Introdução

Atendendo ao fenómeno psicossocial de estereótipo, preconceito e discriminação, parece ajustado chegar-se a mudar a história de vida de alguém pertencente a uma minoria, por vir a contar a experiência de forma alternativa[1]? Perceber de distinta forma pessoas, por se recategorizar «nós» e «eles», possibilitará outra base para compreendermos o mundo, pretendermos mudá-lo e sugerirá novas potencialidades linguísticas e do léxico mental[2] para a dissimetria entre pessoas?
Um estereótipo é «uma crença ou um conjunto de crenças sobre pessoas, integradas em uma categoria social particular»[3]. Mesmo criando horrores por destruição de povos, o estereótipo faz-nos viver, dia após dia, inferindo como «eles» sejam, desagradados com os seus gestos, palavras ou atitudes.
Este artigo é orientado pela temática do estereótipo – esquema mental (schema, schemata, no plural)[4], do preconceito social e da discriminação do outro, com ênfase em operações cognitivas comuns e em atalhos cognitivos – os denominados túneis da mente...
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segunda-feira, 16 de julho de 2007

Bocc – Biblioteca on – line de ciências da comunicação. Lugar de algum interesse nas diversas áreas académicas. Da Filosofia à Fotografia, aqui encontra-se um interessante numero de dados que buscam o ideal universal, o conhecimento. Da U.B.I para o mundo, aqui.

O RepositóriUM (https://repositorium.sdum.uminho.pt) recolhe, preserva e distribui documentos digitais resultantes das actividades de investigação da Universidade do Minho (U.M.). Aqui pode-se encontrar artigos, working papers, preprints, relatórios técnicos, comunicações a conferéncias e conjuntos de dados em vários formatos digitais.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Universidade do Minho

Comunidade Académica com preços especiais na aquisição de portáteis

Alunos, professores e funcionários da Universidade do Minho podem adquirir um computador portátil com custos bastante mais reduzidos em relação ao preço de mercado.

As facilidades de aquisição de equipamentos portáteis resultam das negociações e da assinatura de um protocolo de cooperação entre a Universidade e várias marcas de computadores. A sessão de assinatura do documento decorreu no dia 7 de Junho, no Restaurante Universitário do Campus de Gualtar, em Braga.
Com a assinatura deste documento as empresas Acer, ASUS, LG e Siemens comprometem-se a assegurar condições especiais para a aquisição de diferentes equipamentos, com preços que variam entre os 500 euros e os 2.000 euros
A Universidade do Minho visa, desta forma, promover a utilização de computadores portáteis com ligação sem fios à rede e-U, um objectivo é considerado prioritário no processo de introdução de novas metodologias de ensino/aprendizagem.
Será também facilitado o acesso de toda comunidade da UMinho a um sistema de crédito especial, com taxas de juro muito baixas. Este sistema de crédito resulta de uma parceria com a Caixa Geral de Depósitos.
Neste contexto, os Serviços de Acção Social estão a proceder à alteração da rede eléctrica dos Restaurantes e Cantinas Universitárias (em Braga e Guimarães) para facilitar a ligação dos computadores pessoais à rede de energia. Desta forma, estes espaços poderão também ser utilizados como sala de estudo entre as 9h e as 12h, e as 15h e as 19h.

domingo, 12 de fevereiro de 2006