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sexta-feira, 23 de maio de 2008

WORKSHOP de Interpretação da FOTOGRAFIA – UBI

Organizado pelo Sexto-Empírico - Núcleo Filosofia da UBI
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*INSCRIÇÃO ABERTA A TODOS OS ALUNOS DA UBI
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«CORPO - traço: FOTOGRAFIA»
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27 MAIO 2008 3ªfeira 15h00 - 18h00
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LOCAL: Auditório da Parada – UBI - Covilhã
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UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR
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ENTRADA LIVRE
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P A R T I C I P A Ç Ã O:
- Prof. Doutor Frederico Lopes – Docente do Departamento de Comunicação e Artes da UBI
- Alice Valente Alves – Artista com projectos de IMAGEM (Poesia, Pintura e Fotografia) na Criação Artística
- Alunos da UBI
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http://www.alisenao.blogspot.com/
http://www.alicevalente.wordpress.com/
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*I N S C R I Ç Ã O :
Aberta a todos os Alunos da UBI
Esta iniciativa está aberta a todos os Alunos da UBI que queiram participar em que para tal, até às 20h00 do dia 26 de Maio de 2008, deverão enviar por email, 1 ou 2 Fotografias (no máximo) de sua autoria alusivas ao CORPO.
Com a Identificação do Autor, Curso da UBI, Título da Fotografia e Descrição (facultativa).
Com Assunto: Inscrição Workshop «CORPO–traço:FOTOGRAFIA».
A enviar para os dois endereços: sexto-empirico@hotmail.com e alicevalente@sapo.pt

Posteriormente todas as Imagens irão ser publicadas pela UBI em Página (a designar) on-line

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Sir Ken Robinson: Do schools kill creativity?

O Sexto Empírico resgatou um video gravado em Fevereiro de 2006, cujo interesse é da maior importância, devido é certo, aos grandes movimentos que as sociedades mundiais se deparam, a Educação. De um lado existem os revolucionários e de outro os reaccionários. Este video, é um documento importante para se analisar o que tem evoluido neste últimos 2 anos.

domingo, 20 de abril de 2008

CORPOtraçoCORPO - «verde-oliva» e a importância do azeite na lã

Artesanalmente as ovelhas eram tosquiadas com uma tesoura própria após serem apanhadas e presas as patas. Este trabalho decorria durante os meses de Abril e Maio. A lã era lavada na ribeira. E perto fazia-se uma fogueira, onde se punha uma panela para escaldar a lã em água a ferver. De seguida colocava-se a lã num cesto, para novamente na água corrente da ribeira e agitando a cesta pudesse sair toda a goma da lã. Após secar nos juncos ou pedras da ribeira, a lã era batida ou varejada com paus, para depois ser separada.A seguir, a lã ensopava-se em azeite ou seja, a lã era colocada em talhas de barro com azeite e onde permanecia durante vários dias, para ficar mais macia .Depois de ser retirada das talhas de barro com azeite, era colocada a repousar em cestas, durante mais uns dias.De seguida a lã estaria assim pronta, para ser cardada pelo cardador que o fazia com um utensílio de madeira e pregos.Separada em pesagens de meio quilo, a lã amolecida e alisada pelo azeite, e já cardada, era enrolada em fusos pela fiadeira. E para fazer os novelos, lavavam-se primeiro as meadas de lã, na água da ribeira com uma mistura de sabão e água. Após a lavagem, o enxaguar e a secagem nas pedras da ribeira, iam à dobadeira para a apresentação final em meadas ou novelos.
ALICE VALENTE

terça-feira, 15 de abril de 2008

DIVULGAÇÃO DO PROJECTO E EXPOSIÇÃO


Inaugurará a 30 de Abril de 2008 na Universidade da Beira Interior, cidade da Covilhã, a 7ª cor das nove cores do projecto «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» de Alice Valente.
Este projecto tem o apoio do Centro Nacional de Cultura.
CORPOtraçoCORPO é um projecto multidisciplinar iniciado no ano de 2003 e que articula poesia com pintura, assinadas pela mesma artista. O projecto pictórico final integra 9 séries de pintura, cada qual, subordinada a uma cor, com 9 telas em díptico. Após as 9 séries expostas, está previsto uma EXPOSIÇÃO FINAL com a presença das 81 OBRAS aquando do Lançamento do LIVRO com o mesmo nome do projecto e que irá conter 81 poemas ilustrados com as 81 obras e, em que a cada obra em seu título irá corresponder um poema com o mesmo título.
O traço: Vermelho estreou-se como a cor primeira e Vital na assinatura do CORPOtraçoCORPO
O traço: Castanho-Terra surgiu como a segunda cor do Movimento do projecto…
O traço: Água-azul-céu, 3ª e 4ª cor, criadas na horizontalidade… os azuis em sua Força espelham-se diluindo-se numa única cor…
O traço: Laranja-Lima, 5ª e 6ª cor, mais duas cores conjuntas em que os 9 dipticos do traço laranja e os 9 dipticos do traço limão apresentados na verticalidade, lado a lado, Alimento-vida, referenciam a importância do alimento da vida com o alimento na vida, doce e ácido, respectivamente na cor da laranja e na cor do limão.
Até ao momento, foram já expostas e apresentadas 6 das 9 cores: vermelho, castanho, água-azul-céu e laranja-lima. O traço:verde-oliva, a 7ª das nove cores será a próxima cor a ser apresentada, seguir-se-lhe-á o traço:verde. E o traço:cor de pele encerrará o ciclo das 9 cores.
Convidada pelo Núcleo de Estudantes da Faculdade de Filosofia da Universidade da Beira Interior, para fazer a mostra de um dos seus trabalhos. E porque assentes na concepção de um pensamento artístico-filosófico e desenvolvidos através de projectos no âmbito da criação artística, a autora escolheu fazer a apresentação do «traço:verde-oliva», a 7ª cor das nove cores do seu projecto «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura», em que para além das características da cor e em seu projecto, enquanto preciso em inteireza e Verdade, Alice Valente irá relacioná-la neste espaço exposicional com a importância do azeite na lã, em para amaciar e alisar a lã, esta era colocada ou ensopada, durante dias, em talhas ou potes de barro com azeite.
E será no dia 30 de Abril no Museu de Lanifícios da UBI na cidade da Covilhã que inaugurará mais uma exposição de pintura deste projecto e que contará com a presença de várias personalidades e acções e que irão ser divulgadas em breve.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Fórum - Educação Artística

Se gostaria de acreditar nos outros, no Ensino, no Estado e no país terá, antes de mais, de acreditar naquilo que melhor sabe fazer por si, pelo futuro de seus filhos e pelo futuro de todas as crianças. Assim esteja atento a este FÓRUM e se possível dê o seu melhor contributo pelo ENSINO de uma verdadeira Educação Artística, num respeito para com a CULTURA e para com as pessoas que fazem essa mesma Cultura.


Para que é que serve a EDUCAÇÃO ARTÍSTICA - Alice Valente

A Educação Artística não serve absolutamente para nada se não for orientada e ensinada por artistas, precisamente porque para além de criadores, igualmente são os detentores e responsáveis com única e exclusiva autoridade das áreas que digam respeito às Artes e ao que é Artístico. E perante esta evidência, o Ensino de uma Educação pelas Artes, só fará sentido se conjuntamente e em perfeita sintonia, o Ministério da Educação e o da Cultura, trabalharem seriamente com os artistas, com todo o rigor e competência e sem improvisos ou ideias extemporâneas, para que essa Educação do Artístico e em seu Ensino, se presenteie com toda a eficácia, tanto ética como esteticamente, em presenças e valores verdadeiros, a Ser-se Humano. Mas toda esta acção, só será exequível num inevitável e incontestável respeito, enaltecimento e valorização para com todos os artistas, que fizeram, que fazem e que têm contribuído de um forma exemplar e inegável para a sua Cultura. Artistas esses, que em sua grande maioria, realizaram seus trabalhos e Obra de um forma demasiadamente dolorosa e até desumana, para que possa existir afinal, uma Cultura!
Assim a Educação Artística, só servirá ao Ensino, se encontrar-se a ensinar nesse mesmo ensino e em suas escolas e universidades, os que com todo o talento realizaram ou realizam obras nas áreas da criatividade ou da manifestação do que é artístico e que são eles, os escultores, os músicos, os coreógrafos, os bailarinos, os artistas plásticos, os artesãos, os poetas ... os artistas.
Em suma, uma verdadeira Educação Artística, só se conseguirá efectivar e repito, se ambos os Ministérios, o da Educação e o da Cultura, favorecerem a realçarem os artistas em suas práticas, obras e vivências e relacioná-los vivamente com o Ensino enquanto Professores, não só pelas suas experiências e provas já dadas, mas depois e também, tanto profissionalmente como artisticamente, dentro dessas mesmas áreas e que digam pois, respeito a um Saber relativo às Artes. Ou ainda que os seus projectos e sempre supervisionados pelos seus autores, sejam direccionados ou directamente incluídos e postos em prática no ensino dessas mesmas escolas, a ensinar-se com os artistas e a aprender-se com eles no entendimento de um esforço realizável pela força do que é genuíno e na «alma» do que é a vida, a obra, o acto criativo e em seu autores e artistas.
Todos até sabemos, e porque é onde a Cultura se assenta e se afirma, que a verdadeira riqueza é originada pelos valores do Ser a Ser-se Humano e, isso é assim, exactamente pelo que esse ser humano nos pode oferecer ao que é feito com Arte e em suas Artes, a ressalvar assim, todo o espírito e força do que é a criatividade humana. E que são elas, a Dança, a Música instrumental, Música Vocal, a Pintura, a Fotografia, a Poesia, as Artes Performativas, as Artes Cénicas, a Escultura e entre muitas outras áreas ou em todas aquelas áreas que se têm revelado como cruciais para que a sensibilidade e a afectividade se harmonizem com a criação, com a criatividade, com o acto de criar ou com todas as manifestas vias do artístico. E precisamente por se traduzirem em pólos vitais, para que uma sociedade se torne sustentável, enquanto relação primeira, na procura de valores e soluções novas, dentro dessa mesma comunicação, no que é respeitante ao enaltecer, a dignificar o que é humano e em toda a extensão, na sua Natureza de Ser, por Sentir e Pensar.
Uma Educação Artística terá pois, de se firmar muito para além de todos os jogos de discursos e palavreados sem sentido, no se usarem as artes leviana e grosseiramente, a se reproduzirem modelos em modelozinhos interesseiros e tão repetitivos em que modas, por curiosos ou estudiosos em seus cursos construídos e tirados à pressa, para inglês ver. Lições a serem dadas, por quem nada sabe, nem nada tem a ver com as artes, em cursozinhos no artisticamente correcto, sem «alma» e sem «coração» a envergonhar as artes e o que é artístico. Procedimentos perversamente autorizados e em que incúria por responsáveis tão
inaptos, numa aliança para com o vazio, para com o nada, dos mal intencionados ou vendilhões, que facilmente se associam aos conflitos e guerras, em quantos competitivos ideais e, em que comerciais e formatados estados. Estados esses, em estares que nos viabilizam para a insensatez de seres humanos tornados animais ou coisas, intencional e maquinalmente, isentos de pensar ou tornados abjectos objectos industrializáveis, fabricáveis e empacotáveis, por vendáveis ou compráveis, num monstruoso afastamento e em total separação para com o Pensamento, a Criatividade e a Criação do Ser-se Humano.

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