quarta-feira, 5 de março de 2008
Actividades do IFP - Instituto de Filosofia Prática
Ralf KUHN U. Viena
Phenomenologie minimale: la motivation d´une centre-réduction radicale
13 de Março 2008
Sala dos Conselhos, 17:30
Conferência:
Sara ALLEN U. Concórdia, Montreal
Heidegger e Levinas
17 de Abril 2008 (data a confirmar)
Sala dos Conselhos, 17:30
Conferência:
Karl Mertens U. WürzburgTheories of Action
13 de Maio 2008 Sala dos Conselhos, 17:30
Colóquio:
Centenário de Merleau-Ponty
Colóquio Internacional Outubro de 2008
sábado, 9 de fevereiro de 2008
O capitalismo e o marxismo
O capitalismo manifesta-se como forma de bem-estar, de consumismo, e nas formas mais degeneradas, de hedonismo.
O marxismo, manifesta-se sobretudo sob a forma de domínio ideológico e político.
Não se pode dizer que o bem-estar e o hedonismo sejam concebidos como modelos de vida. O processo de desumanização aparece quando o hedonismo é entendido como ideal de vida, como razão da existência.
No contexto do capitalismo, é importante individualizar quais são os ideais de vida. Quando tais ideais são tão terrenos que nos levam a seguir só o imediato.
Quando o ideal é constituído por bens materiais, todo o sector vocacional fica em crise, mesmo se não se negasse explicitamente a existência de Deus. É necessário empenhar-se para a destruição destes pseudo valores e destes ídolos.
Isto pode ser feito por pessoas que tenham uma vocação, que amadureceram a sua escolha de vida, fora das manipulações culturais e no contexto de uma autêntica relação com Deus. Deus é vivido e pensado a partir de uma certa experiência com a natureza; Deus é identificado com a natureza. Por exemplo. Identificam-se os trovões como Deus a ralhar, Deus quer castigar. São imagens falsas de Deus, imagens supersticiosas e míticas da religião.
O ter, o poder, o gozar permanecem enter as realidades do mundo. Nos momentos mais difíceis, recorrem a Deus.
sábado, 12 de janeiro de 2008
Lançamento da obra Primado da Relação e O Mundo e o Tempo - UBI
sábado, 5 de janeiro de 2008
Human All Too Human da BBC no YouTube
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
A Crítica de Nietzsche à Tradição Ocidental
Na opinião de Nietzsche, Platão veio instaurar o erro dogmático mais duradouro e perigoso: o “Espirito puro” e o “bem de si”.
Nietzsche condena e recusa a filosofia inteira. Para ele a filosofia compõe-se de mitos que não têm já a beleza dos mitos da mitologia.
O período da história a cujo o termo lhe é dado assistir manteve-se dominado por largo tempo pelos valores cristãos, que caracterizavam o “espirito do camelo”, ou seja, o espírito de obediência, de sujeição e veneração das velhas tábuas da lei. É um espírito forte e vigoroso, heróico até, que carrega sobre si todos os valores da religião à moral ao conhecimento. Toda a humanidade estava dominada, por uma falsa ideologia de um Deus, ao qual se obedecia a todas as imposições e imperativos.
Todo este período é dominado por valores já estabelecidos, fixados num céu religioso, moral, ou cientifico, que reduzem o homem a um animal, atento e venerador. Carregando todo este peso, o espírito de camelo apressa-se fatalmente para o deserto, não só de todos os valores divinos e humanos, mas da ausência radical de todo e qualquer valor. “Como soubemos, desde o princípio, conservar a nossa ignorância para usufruir uma liberdade mal compreensível, para gozar a falta de escrúpulos, de cuidado, uma bravura e serenidade da vida, a própria vida! E foi somente nesta base, desde então sólida e inquebrantável, da ignorância, que a ciência pôde edificar-se até ao presente, a vontade de saber na base duma vontade bem mais potente ainda, a vontade de ignorância, de incerteza, de mentira!”
sábado, 10 de novembro de 2007
Colóquio: Porquê Deus se temos Ciência?
Aula Magna da Faculdade de Filosofia da UCP - Braga
09:00 – Abertura
.
09:30 – Só acredito no que vejo? Fé e Ciência: diálogo e confronto
[Álvaro Balsas, Universidade Católica Portuguesa]
10:00 – Entre Deus e o Microscópio: estudo preliminar na Faculdade de Filosofia
[Artur Galvão e Miguel Vieira, Universidade Católica Portuguesa, SPCC]
11:00 – Apresentação do livro Mente, Self e Consciência
11:30 – Intervalo
12:00 – O Futuro de Deus
[Manuel Curado, Universidade do Minho, SPCC]
13:00 – Intervalo para Almoço
14:30 – A nova fronteira do debate Religião/Ciência: as Neurociências
[Sofia Reimão, Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa, Hospital de Santa Maria]
15:30 – Nihilidade e Gnose – ou como a Ciência não chega para a Experiência Humana
[Francisco Teixeira, SPCC]
16:00 – A Imaginação - o ultimo reduto entre Deus e Ciência
[Paulo Alexandre e Castro, Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, SPCC]
17:00 – Intervalo
.
17:30 – Porquê a Ciência se temos Deus?
[Alfredo Dinis, Universidade Católica Portuguesa, SPCC]
18:30 – Encerramento
A/C José António Alves
Sociedade Portuguesa de Ciências Cognitivas
Pr. da Faculdade de Filosofia, n.º 1
4710-297 Braga
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Da Genealogia da moral de F. W. Nietzsche
do livro A genealogia da moral de F.W. Nietzsche. Temos o objectivo de comentar
algumas das principais passagens do texto do filósofo, enfocando aqueles que
seriam os principais conceitos da obra, a saber: moral, ascetismo, vontade,
vingança e trans-valoração. Embora concentrado nas referidas dissertações, o
texto ainda traz uma breve nota sobre a psicologia da consciência moral,
temática contida na segunda parte do livro."
segunda-feira, 28 de maio de 2007
SEMINÁRIO DE CHINA CONTEMPORÂNEA
Descendente de Confúcio 74ª geração
29 e 30 Maio 2007
17h30
Sala de Actos do Instituto de Letras e Ciências Humanas
da Universidade do Minho
Campus de Gualtar
Braga
sexta-feira, 26 de maio de 2006
"Escrevo, não escrevo...Escrevo, não escrevo... Escrevo"
Será que a receptividade do auditório (estudante/docente) pode ser afectada intelectualmente ou academicamente pelos conferencistas, que neste caso são estudantes? Pode um estudante ter mais paixão nas palavras do que o próprio docente?
“Só o futuro o dirá”.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006
TO THE QUESTION ABOUT QUANTITATIVE - QUALITATIVE TRANSITIONS
(..)The second necessary condition of exact definition of the moment of quantitative - qualitative transition is, whenever possible, the most precise delimitation of each of qualities. For this purpose application of the minimal, elementary units of measurements of a measure of these qualities is necessary. For example, for measurement of a degree of fullness of a vessel by water by the minimal, elementary unit there will be one molecule of water. For a presence(finding) of transition from gaseous limiting hydrocarbons to liquid - such minimal unit will be one carbon part. In sports competitions of racers, transition from measurement of time with the accuracy equal of 0,01 second, to the accuracy equal of 0,001 second, allows to reveal the winner in those cases which did not come to light earlier, that compelled to recognize as winners of two leaders.(...)
terça-feira, 29 de novembro de 2005
Centenário de Satre na UBI 5 e 6 de Dezembro

Realiza-se na Universidade da Beira Interior, nos dia 5 e 6 de Dezembro, o Colóquio Sartre entre Séculos. Este evento pretende celebrar o centenário do nascimento do filósofo francês, no âmbito das Conferências & Colóquios 2005 do Instituto de Filosofia Prática. Para avaliar a relevância da filosofia de Sartre no nosso tempo, o IFP convidou investigadores, quer nacionais quer internacionais, com estudos académicos de reconhecido mérito. Abordar-se-ão temas como o futuro da psicanálise, a questão judaica, as dificuldades em encontrar uma ética capaz de enfrentar dilemas, entre outros.O Instituto de Filosofia Prática é uma unidade de investigação da UBI, financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. O evento, que agora realiza, é aberto a toda a comunidade.
