domingo, 30 de outubro de 2005
sexta-feira, 28 de outubro de 2005
domingo, 16 de outubro de 2005
Kafka e o cânone - 20 OUT
Conferências e colóquios 2005
Promovidas pelo Instituto de Filosofia Prática
“Kafka e o cânone”
por António Bento, no âmbito do Ciclo Narrativa e Identidade.
A iniciativa tem lugar às 18 horas na Sala de Seminários da Biblioteca Central da Universidade
da Beira interior
Agenda complecta em: http://urbi.ubi.pt/051004/pdfs/10a_agenda.pdf.
Promovidas pelo Instituto de Filosofia Prática
“Kafka e o cânone”
por António Bento, no âmbito do Ciclo Narrativa e Identidade.
A iniciativa tem lugar às 18 horas na Sala de Seminários da Biblioteca Central da Universidade
da Beira interior
Agenda complecta em: http://urbi.ubi.pt/051004/pdfs/10a_agenda.pdf.
domingo, 9 de outubro de 2005
E agora?
Os maiores inimigos da liberdade não são aqueles que a oprimem, mas sim aqueles que a sujam.
(Vincenzo Giobertí, filósofo e estadista italiano)
O povo Lusitano é especialmente patético,
Adora Politica, mas detesta votar.
Porquê?
Será que a politica não passa pelo voto?
Ou será que temos uma tendencia natural para o Totalitarismo?
(Vincenzo Giobertí, filósofo e estadista italiano)
O povo Lusitano é especialmente patético,
Adora Politica, mas detesta votar.
Porquê?
Será que a politica não passa pelo voto?
Ou será que temos uma tendencia natural para o Totalitarismo?
sábado, 17 de setembro de 2005
Um Duende no País de Gigantes - Blog do Mês
Um verdadeiro contador de Historias.
Quem não se lembra daqueles contos que os avós contavam para nos adormecer?
Eis uma sugestão puramente saudosista e que eleva a fantasia naife que existe em nós...
"Ao mestre tudo devo,
recordando o que ainda vou ler.
Dançando em palavras,sorrindo como um tolo.
Recuperei a alegria de pensar.
De afastar cortinas e respirar.
O pó já nem existe, nem me obriga a esperar.
Pequenas letras podem nascer,
para que corra no impossível."
sábado, 10 de setembro de 2005
Após a revolucão, vem o museu...
Depois de uma breve passagem pelo blog, para uma análise da evolução do mesmo, reparou-se que no arquivo de Junho ficou uma “discussão” inacabada. O tema é interessante e motivador, isto porque engloba aspectos naturais e simples da vida e evolução humana.
Filosofia é e será sempre a arte das artes, isto porque, filosofia é tudo, mas não é nada. Assim sendo, recupera-se os comentários e retoma-se a discussão.
Bem vindos…
Parte primeira:
Filosofia é e será sempre a arte das artes, isto porque, filosofia é tudo, mas não é nada. Assim sendo, recupera-se os comentários e retoma-se a discussão.
Bem vindos…
Parte primeira:
Após a revolucão, vem o museu...Onde está a estranheza deste meu título, quando a humanidade, não se lembra da lentidão do seu pensamento. A primeira lição que aprende em história é que o homem pouco mudou onde quase tudo mudou: as circunstâncias mudam e tão depressa! No mundo da mudança habita a desorientação crescente, envelhece a nossa habilidade para cuidar do mundo em que se vive. A confiança nos cientistas, nos jogos de realidade virtual e no boato que os politicos simulam. Este monopólio dos intruídos que vivem idealizando teorias para nos atirarem na crença. Porém, felizmente, existem sensibilidades preocupadas com o que há de mais elementar na agonizante vida terrestre. todos nós entendemos a dor e o choro, todos sabemos de amores e de traições e, por vezes, esquecemos o mais natural. Neste grande relevo da sociedade, precipitadamente dividida entre leigos e competentes, nunca existirá consenso entre ambos. O mundo permite que bebamos na fonte do elixir de novas experiências, que constituem o derrame fulcral sobre os aspectos mais superficiais da nossa realidade. Por vezes, embriagamos o nosso espírito com saberes inócuos, opostos ao "pathos" da verdade. Neste canto tão pequeno do universo, onde nos afluem incontáveis quantidades da nossa náufraga ignorânçia, porque não desesperar e atirar contra o sol ?Finalmente, atingido o ponto mais alto da ciência, deixa de ser necessário o mais simples invento, o da reciclagem. A cultura do lixo deverá ser acompanhada por outra: de reciclagem. E para completar o raciocínio digo que: a era do desperdício é também a era dos museus, dos parques naturais, da protecção, no sentido da continuidade da bio-deversidade.
Autor: Daniel Lopes ( S_E)
Parte segunda:
Um dos aspectos mais tristes da cultura filosófica nacional é o completo desconhecimento da melhor filosofia contemporânea. Há algum tempo fiquei a saber que a cultura filosófica nacional está ainda na fase da contra-reforma, cuja expressão máxima foi o salazarismo de meio século, e cuja propriedade proeminente é o isolamento provinciano.Este isolamento tem consequências desastrosas. Nos jovens com talento e gosto pela filosofia afastamo-nos desta actividade, pois parece-me — e com razão — que a filosofia é uma peça de museu, onde se discutem textos em vez de ideias, e onde os pensadores mais modernos já morreram há muito. As pessoas que vão ficando na filosofia são os cinzentos, que não têm gosto pela aventura do pensamento rigoroso nem pela discussão clara de ideias. E o resultado é o que está à vista: uma cultura filosófica feita de paráfrases obscuras e citações abundantes, mas onde a capacidade para pensar pela sua própria cabeça nos grandes problemas da filosofia não é, de modo algum, uma propriedade proeminente.
(desconhecido)
Parte terceira:
Todavia, em Portugal continua-se a achar que fazer filosofia é comentar textos de filósofos que morreram há séculos. O resultado é o que temos: professores de filosofia que nada sabem realmente de filosofia, excepto papaguear textos, sugestões enviesadas e jogos de palavras "eruditos" com muitas palavras latinas, gregas e alemãs à mistura. Os grandes problemas, argumentos e teorias da tradição filosófica passam-lhes ao lado. Porque a única via de acesso à história da filosofia é a filosofia contemporânea, se estivermos apartados da filosofia contemporânea não poderemos compreender realmente os problemas, as teorias e os argumentos dos filósofos mortos — tal como alguém que nada saiba de medicina não pode compreender realmente a história da medicina do século XII.
(zé das couves)
Meus amigos, agora é convosco...
domingo, 28 de agosto de 2005
A menina que nasceu para (A)mar - Blog do Mês
O Nucleo de Filosofia orgulha-se de apresentar:
Enviem sugestões!!
Criativa e uma verdadeira interessada no que de melhor se faz ou se apresenta em Portugal e no mundo, a mãe de "meniinadomar" tem tudo para ser feliz...
Bom gosto é o seu passaporte para um blog fascinante da divulgação artistica e cultural.
É de Lisboa, mas poderia ser de qualquer outra parte do mundo, da internet para o mundo:
http://www.meniinadomar.blogspot.com/Enviem sugestões!!
quinta-feira, 25 de agosto de 2005
Carta aos Caloiros 05/06
Sexto Empírico
Núcleo de Estudantes de Filosofia da U.B.I
O ingresso na Universidade representa um “salto” tão importante na vida que nós, os mais velhos, ainda não esquecemos os receios a as angústias, mas também a alegria e a esperança com que vivemos esse momento. É com um sentimento de solidariedade que vós recebemos, esperando que esta nova fase da vossa vida decorra com muito sucesso.
A razão da nossa existência é ter uma voz activa junto dos diversos órgãos superiores da universidade, para tal temos vindo a desenvolver actividades das quais se destaca o apoio na integração do caloiro, colóquios, jantares de curso, jornadas pedagógicas, computadores ligados a net e a já tão tradicional Ramboiada de Filosofia.
Neste ano que se inicia temos alguns projectos em mão e contamos, com a vossa colaboração, por isso quando tiveres alguma dúvida ao problema dirige-te a alguém do núcleo, para que se encontre resposta a muitas das dúvidas que certamente te perturbarão no dia a dia, até se familiarizar com os mistérios da cidade e da universidade. Boa estadia e bem vindos a U.B.I.
Salutare academicus
Núcleo de Estudantes de Filosofia da U.B.I
O ingresso na Universidade representa um “salto” tão importante na vida que nós, os mais velhos, ainda não esquecemos os receios a as angústias, mas também a alegria e a esperança com que vivemos esse momento. É com um sentimento de solidariedade que vós recebemos, esperando que esta nova fase da vossa vida decorra com muito sucesso.
A razão da nossa existência é ter uma voz activa junto dos diversos órgãos superiores da universidade, para tal temos vindo a desenvolver actividades das quais se destaca o apoio na integração do caloiro, colóquios, jantares de curso, jornadas pedagógicas, computadores ligados a net e a já tão tradicional Ramboiada de Filosofia.
Neste ano que se inicia temos alguns projectos em mão e contamos, com a vossa colaboração, por isso quando tiveres alguma dúvida ao problema dirige-te a alguém do núcleo, para que se encontre resposta a muitas das dúvidas que certamente te perturbarão no dia a dia, até se familiarizar com os mistérios da cidade e da universidade. Boa estadia e bem vindos a U.B.I.
Salutare academicus
(Daniel Lopes - Presidente do Núcleo de Estudantes de Filosofia da Universidade da Beira Interior - Sexto Empirico)
Passeio dos Filosofos

No dia 25 de Maio, demos nome a um lugar especial do campus universitário. Foi uma iniciativa pioneira, a do nosso núcleo, crismar o caminho entre o pólo I e a biblioteca central, com o alusivo nome de “Passeio dos filósofos”. A ideia de baptizar o local com o nome de “Passeio dos Filósofos”, em representação de uma das mais famosas escolas da Antiguidade, a aristotélica, que recebeu o nome de peripatos, um local de passeio. Cite-se ainda o exemplo mais recente da famosa cidade universitária alemã, heidelberg, onde uma bela e aprazível via se nomeia Philosophen weg, em lembrança de Schopenhauer, que por ela deambulava filosofando. Que nesta nossa universidade se filosofe deambulando, pois o filosofar é o caminhar de há muitos séculos que se acham irmanados…
terça-feira, 23 de agosto de 2005
Os Caloirinhos de 04/05...Lindos!!! Ou não!
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já foi coberto de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.
Muitos "abandonaram" o curso, mantendo sempre a mesma atitude de gente "pura", a filosofia serviu de degrau para outras andanças e movimentos ... no passado foi assim, esperemos que continue este ano
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