A Sociedade Potuguesa de Suicidologia (SPS) realiza, nos dias 17 e 18 deste mês no Hospital Pêro da Covilhã, o seu VI Simpósio.O tema escolhido para debate é " violência, trauma e comportamento suicidários".
Os nossos professores, Paulo Serra e André Barata, participam no -Colóquio Internacional Comemorativo do Centenário de Emmanuel Lévinas, a realizar em Lisboa nos dias 30 e 31 de Março na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
O Sexto Empírico vai intervir de uma maneira prática num tentar despertar para a Filosofia. Desde jogos lúdicos a uma explicação lógica e natural do que deve ser e o que é a Filosofia.O decorrer destas actividades vai ter inicio nos dias 14, 15 e 16 de Março. O “Passeio dos Filósofos” vai acolher todos os grupos de jovens interessados no universo Ubiano em particular e na filosofia em universal.“Não defendo este partido, nem o outro; se ambos diferem à superfície e podem arrastar opiniões, aprofundemos nós um pouco mais e olhemos o substrato sobre que repousa a variedade […] Que vejo de comum? O rebanho dos homens, ignorantes e lentos no pensar, que se deixam arrastar pelas palavras e com elas se embriagam” – “Diário de Alcestes”, 1945
(..)The second necessary condition of exact definition of the moment of quantitative - qualitative transition is, whenever possible, the most precise delimitation of each of qualities. For this purpose application of the minimal, elementary units of measurements of a measure of these qualities is necessary. For example, for measurement of a degree of fullness of a vessel by water by the minimal, elementary unit there will be one molecule of water. For a presence(finding) of transition from gaseous limiting hydrocarbons to liquid - such minimal unit will be one carbon part. In sports competitions of racers, transition from measurement of time with the accuracy equal of 0,01 second, to the accuracy equal of 0,001 second, allows to reveal the winner in those cases which did not come to light earlier, that compelled to recognize as winners of two leaders.(...)
O Papa Bento XVI, na sua primeira Encíclica, decide escrever sobre o amor, uma vez que actualmente tem-se usado Deus como um subterfúgio para tornar guerras legítimas. Ora, uma guerra está diametralmente oposta ao amor. Os israelitas, na oração em torno da qual gira a sua vida quotidiana repetem: «Escuta, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Amarás ao Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças». Jesus veio completar este mandamento com o do amor ao próximo: «Amarás o teu próximo como a ti mesmo». Bento XVI, inicia a Encíclica referindo que hodiernamente há uma confusão no significado da palavra amor, ao mesmo tempo, a palavra "amor" foi-se banalizando cada vez mais: "fala-se de amor da pátria, amor à profissão, amor entre amigos, amor ao trabalho, amor entre pais e filhos, entre irmãos e familiares, amor ao próximo e amor a Deus." No entanto, nestas utilizações da palavra amor ressalta a que se refere a amor entre o homem e a mulher, chegando mesmo este tipo de amor a "ofuscar" os outros, como refere Bento XVI. Mas isto leva a que nos questionemos se há somente o amor, que depois se diferencia em várias formas, ou se estas várias formas de relações se referem a realidades diferentes. No grego distinguem-se sobretudo dois tipos de amor: o "eros" e o "agape". O "eros" está relacionado com o amor entre o homem e a mulher, é o amor do inebriamento, da "loucura divina", dos rituais de fecundidade nos templos, que não depende da vontade nem da razão, que de algum modo se impõe ao homem; o "agape" é o amor firmado na fé, oblativo... Uma questão se coloca: será que este último tipo de amor, próprio do cristianismo, é, no limite, praticável? Bento XVI, refere que as duas formas de amor estão interrelacionadas, o amor começa por ser "eros", isto é, caracterizar-se-ia pelo amor ascendente, ambicioso e possessivo, depois passa a ser amor "agape", colocando a tónica no outro, mais preocupado em dar: "Embora o eros seja inicialmente sobretudo ambicioso, ascendente — fascinação pela grande promessa de felicidade — depois, à medida que se aproxima do outro, far-se-á cada vez menos perguntas sobre si próprio, procurará sempre mais a felicidade do outro, preocupar-se-á cada vez mais dele, doar-se-á e desejará «existir para» o outro." Se o amor é somente "eros" acabará por decair, mas também não pode ser somente "agape", pois o homem além de dar também precisa de receber.